A lista de propostas resultante da apresentação foi convertida em vias de ação operacionais, à luz dos enquadramentos legais existentes e de oportunidades políticas em curso, como a revisão do DL 163/2006 e a nova Estratégia Nacional para a Inclusão das Pessoas com Deficiência (2026–2030). As propostas distribuem-se por quatro áreas de intervenção, refletindo os temas tratados na performance: mobilidade e acessibilidade; educação e trabalho; habitação; vida independente e assistência pessoal.
As propostas organizam-se segundo diferentes horizontes de implementação: as ações de curto-prazo centram-se sobretudo no reforço da aplicação de instrumentos já existentes, enquanto as de médio-prazo visam responder a lacunas estruturais em matéria de acessibilidade, recursos e vida independente. A sua concretização envolve atores institucionais e da sociedade civil, exigindo diferentes formas de operacionalização, entre colaboração direta, pressão política e iniciativas legislativas.